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| O trato do governo com parcelas de empréstimos anteriores não anima os servidores públicos estaduais (Foto: Divulgação) |
São quase sete anos de governo e a insatisfação dos servidores públicos
só fez crescer. Falta um ano e oito meses para o fim da era de Teotonio
Vilela Filho (PSDB) no Palácio República dos Palmares. As precárias
condições de trabalho nas áreas da Saúde, Educação e Segurança são
enumeradas por sindicalistas, que já não esperam mais mudanças por mãos
tucanas. É neste contexto de descrença e fim de mandato que Alagoas vê
sua dívida pública aumentar em R$ 2,2 bilhões. Somados aos R$ 8,5
bilhões de endividamento anterior ao governo do PSDB, a passagem de
Vilela pelo Executivo fará o Estado atingir a marca de R$ 10 bilhões de
empréstimos. Uma conta que a população terá que pagar daqui por diante.
Quinze dias atrás, caiu na conta do Estado a primeira parcela do empréstimo de R$ 612 milhões contratado com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 257 milhões. A Gazeta tentou contato com o secretário estadual de Planejamento e Desenvolvimento (Seplande), Luiz Otavio Gomes, mas não conseguiu. Ele estava fora de Alagoas e só retornaria na próxima segunda-feira, 8. As chamadas telefônicas não foram atendidas. O secretário estadual de Comunicação, Rui França, informou que apenas Luiz Otavio poderia explicar onde seria investida a primeira parcela. França disse ainda que havia tentado, mas também não teria conseguido comunicação com o secretário em viagem.
“Descrença no governo é enorme”
O presidente do Sindicato dos Médicos de Alagoas, Wellington Galvão, expressou ainda mais descrença com melhorias a partir dos empréstimos liberados na conta do Estado. “Seis anos se passaram, sabemos que outros empréstimos já chegaram em Alagoas, mas a Saúde está cada vez pior”, disse ele, contando que a reforma do Hospital Geral recebeu investimento de R$ 25 milhões do governo federal. “E a contrapartida do governo foi paga ainda na gestão passada, não saiu do governo de Teotonio Vilela. Ele só fez mesmo publicidade”, criticou, falando da falta de vagas e de recursos humanos nos hospitais. “O José Carneiro, ao invés de ser equipado, foi fechado. Não existe nenhum hospital na parte alta. Seria bom que uma parte destes milhões fosse usada para construir novas unidades”.
Wellington Galvão comparou Alagoas com Pernambuco. “Quatro anos atrás, Pernambuco tinha 29 hospitais. Hoje, está com mais três novas unidades, sem falar nas UPAs [Unidades de Pronto Atendimento]. Já Alagoas não consegue oferecer nada além do HGE”, diz o sindicalista. “O governador não gosta de mim, porque falo a verdade. Eu mesmo não acredito que este dinheiro vai mudar alguma coisa. Não tenho esperança nenhuma neste governo. De um governo que elegeu os médicos inimigo número 1 do Estado, não posso esperar mais nada”, afirmou, por telefone, na sexta-feira passada, durante um evento no Recife (PE). “É um governo que escraviza a categoria. Não realiza concurso, não oferece condições de trabalho, não negocia. É por isso que muitos médicos estão deixando Alagoas”.
Quinze dias atrás, caiu na conta do Estado a primeira parcela do empréstimo de R$ 612 milhões contratado com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 257 milhões. A Gazeta tentou contato com o secretário estadual de Planejamento e Desenvolvimento (Seplande), Luiz Otavio Gomes, mas não conseguiu. Ele estava fora de Alagoas e só retornaria na próxima segunda-feira, 8. As chamadas telefônicas não foram atendidas. O secretário estadual de Comunicação, Rui França, informou que apenas Luiz Otavio poderia explicar onde seria investida a primeira parcela. França disse ainda que havia tentado, mas também não teria conseguido comunicação com o secretário em viagem.
“Descrença no governo é enorme”
O presidente do Sindicato dos Médicos de Alagoas, Wellington Galvão, expressou ainda mais descrença com melhorias a partir dos empréstimos liberados na conta do Estado. “Seis anos se passaram, sabemos que outros empréstimos já chegaram em Alagoas, mas a Saúde está cada vez pior”, disse ele, contando que a reforma do Hospital Geral recebeu investimento de R$ 25 milhões do governo federal. “E a contrapartida do governo foi paga ainda na gestão passada, não saiu do governo de Teotonio Vilela. Ele só fez mesmo publicidade”, criticou, falando da falta de vagas e de recursos humanos nos hospitais. “O José Carneiro, ao invés de ser equipado, foi fechado. Não existe nenhum hospital na parte alta. Seria bom que uma parte destes milhões fosse usada para construir novas unidades”.
Wellington Galvão comparou Alagoas com Pernambuco. “Quatro anos atrás, Pernambuco tinha 29 hospitais. Hoje, está com mais três novas unidades, sem falar nas UPAs [Unidades de Pronto Atendimento]. Já Alagoas não consegue oferecer nada além do HGE”, diz o sindicalista. “O governador não gosta de mim, porque falo a verdade. Eu mesmo não acredito que este dinheiro vai mudar alguma coisa. Não tenho esperança nenhuma neste governo. De um governo que elegeu os médicos inimigo número 1 do Estado, não posso esperar mais nada”, afirmou, por telefone, na sexta-feira passada, durante um evento no Recife (PE). “É um governo que escraviza a categoria. Não realiza concurso, não oferece condições de trabalho, não negocia. É por isso que muitos médicos estão deixando Alagoas”.
Fonte:http://gazetaweb.globo.com/noticia.php?c=337905&e=2
Postado por:
Euclides Avila _ Coordenador de Comunicação,
Aposentados e Pensionistas,

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